Manon

 

 

Fruto da intervenção humana na natureza, o Manon tem sua origem no Japão. Nesta região, assim como também na China, Índia, Tailândia e Sumatra, eram comuns pássaros classificados cientificamente por Lonchura striata, raríssimos hoje em dia. Do cruzamento de várias espécies deste gênero, surgiu o Lonchura domestica que é o Manon que nós conhecemos.

Seu nome deriva do francês Moineau du Japon (Pardal do Japão). Na Inglaterra é conhecido por Bengalese e nos Estados Unidos por Society Finch.

São pássaros pacíficos, que adaptam-se muito bem ao convívio com outras espécies. Dócil, esperto e fácil de criar, o Manon é o pássaro indicado para quem quer começar a criação de outros ?Finches? ou Diamantes, como o Diamante de Gould, o Mandarim, o Bavete e o Sparow, entre outros.

Podem atingir 11 cm de comprimento. Suas cores variam do preto ao branco passando por cores como marrom-chocolate e canela. Podem exibir apenas uma cor (monocolor), duas (bicolor) ou três (tricolor).

Para concursos, são avaliados aspectos como a qualidade da cor das penas, que deve ser intensa e bem definida, o porte e as proporções das cores do corpo, que não devem conferir ao Manon a impressão de um pássaro gordo ou magro.

Por serem pássaros sociais é melhor mantê-los em grupo ou pelo menos em duplas. Chegam a viver mais de 5 anos.
 

 

Alimentação: O Manon é um pássaro granívoro, por isso deve ser alimentado com uma mistura de sementes, 30% alpiste, 70% de painço, mistura esta que deve ser soprada e reposta todos os dias,  verduras como almeirão, espinafre, ou chicória  devem ser  fornecidas pelo menos uma vez por semana,  farinhada é essencial para a boa saúde do pássaro  e deve ser servida e trocada todos os dias, especialmente na época de reprodução e muda de penas, também devemos servir  osso de siba, ou casca de ovos de galinha torrada por 20 a 30 minutos e triturada, os dois produtos são fontes de cálcio essenciais para os pássaros principalmente na época da postura, quando e especial as fêmeas precisam de reposição de cálcio. Para completar, uma tigela de areia de rio lavada, deve ser deixada a disposição dos pássaros, a  areia é um elemento muito importante para a saúde dos pássaros. É ótimo para a higiene e para mantê-los em boas condições de saúde, pois contém minerais, cálcio e  auxilia na digestão das aves.


Reprodução:


Não apresentam dimorfismo externo. Para diferenciá-los, observe os Manons na hora em que tomam sol ou banho. Geralmente os machos cantam mais, erguendo a cabeça e eriçando as penas. O período de incubação é de 13 a 18 dias e as fêmeas podem botar de 1 a 8 ovos. Após 45 dias os filhotes já são independentes.

Os Manons levam o papel da maternidade a sério. São muito utilizados como ama-seca de outros pássaros da mesma família, como Diamante de Gould e Mandarins. O macho reveza o choco com a fêmea. Interferências externas, como a abertura do ninho, não os atrapalha. Este instinto natural de chocar os ovos que os machos possuem causa confusão entre as pessoas que possuem dois machos e são surpreendidos ao vê-los em um ninho de outro pássaro chocando um ovo, fazendo menção a uma possível homossexualidade. Isto não procede, pois, assim como acontece com os humanos, na falta da mãe, o pai assume a responsabilidade.

Manutenção:
Para a manutenção do Manon recomenda-se uma gaiola mais comprida do que necessariamente alta, com no mínimo 45 cm de comprimento por 30 cm de largura e 30 cm de altura. O ninho de madeira pode ter 15 cm de altura e 11 cm para os lados. Recomenda-se o fornecimento de palha seca, estopa ou barbante para a confecção do ninho. Um comedouro e um bebedouro sempre bem limpos são muito importantes. Evite colocar a gaiola em locais com correntes de ar e permita o banho de sol pela manhã. Os Manons adoram se banhar e para isso coloque à disposição um recipiente com água.

 

 

Fonte: http://www.labcon.com.br/curiosidades3.php?cod=123&tipo=2&lang=pt-br

 

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